Informação verificada diferencia jornalismo de opinião nas redes sociais

Carina Batista defende que profissionais e audiência saibam separar fatos, achismos e posicionamentos pessoais no ambiente digital.

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Carina Batista em entrevista numa redação com elementos visuais de verificação ao fundo
Imagem gerada por IA
Canal ABC, a sua TV Regional

A circulação de conteúdo nas redes sociais aproximou jornalistas e influenciadores, mas não eliminou diferenças entre informação, opinião e entretenimento. Verificação e responsabilidade continuam centrais para o trabalho jornalístico.

“O jornalista pensa sempre na informação. Jamais vai pensar em falar alguma coisa que seja só um achismo ou seja para agradar o público.”

Disse Carina Batista.

O repórter precisa transmitir o que acontece no ambiente e formular perguntas capazes de representar dúvidas do público. Questões aparentemente simples podem criar conexão e esclarecer pontos que a audiência também deseja compreender.

Influenciadores podem dominar a linguagem das plataformas, mas esse domínio não garante que todo conteúdo apresentado seja informação verificada. A audiência também participa dessa relação ao escolher fontes e reconhecer quando está diante de opinião pessoal.

“A audiência também precisa saber o que é uma opinião e o que é uma informação. Conseguindo ter esse discernimento de distinguir as coisas, já facilita muito.”

Disse Carina Batista.

Profissionais de televisão também precisam adaptar o trabalho à distribuição digital. Recortes e publicações nas redes ampliam a circulação de entrevistas, desde que a mudança de formato preserve o sentido e a essência da informação.

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