Avaliação de desempenho exige regras transparentes e indicadores objetivos
Critérios conhecidos desde o início e feedback periódico reduzem subjetividade, favorecimento e mudanças de meta durante o ciclo.

Uma avaliação de desempenho precisa começar com regras conhecidas por todos. Metas, prazos e indicadores devem ser definidos antes do ciclo para que as pessoas compreendam o que será medido.
Mudar a meta durante o processo compromete a confiança na avaliação. O profissional deixa de saber qual resultado deve buscar e a liderança perde uma base comum para comparar entregas.
“Você tem que ser ético. Não dá para mudar as regras no meio do caminho. A meta é 10 e, no meio do caminho, você fala que a meta é 15.”
Disse Alessandro Bernardo.
Indicadores objetivos reduzem o peso do achismo. Qualidade de atendimento, por exemplo, exige ferramenta e método de medição; uma impressão pessoal isolada não oferece critério suficiente.
“Quanto mais indicadores objetivos você tiver, melhor para mensurar. Se começar a colocar indicadores subjetivos, quem mede a qualidade?”
Disse Alessandro Bernardo.
Transparência e feedback periódico completam o processo. A equipe precisa saber onde pretende chegar, acompanhar o avanço e entender por que determinada meta foi ou não alcançada.
Critérios subjetivos também podem favorecer pessoas próximas e prejudicar quem não pertence ao mesmo círculo. Regras explícitas ajudam a proteger a avaliação contra apadrinhamento e tornam a cobrança mais compreensível.





